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Combate ao desmatamento deveria ser mais abrangente, diz pesquisa

Os esforços mundiais contra o desmatamento deveriam dar mais ênfase às causas subjacentes do problema, como a demanda por produtos agrícolas e biocombustíveis, em vez de focar quase exclusivamente no uso das árvores para o combate à mudança climática, como faz a Organização das Nações Unidas (ONU). A afirmação está em um estudo divulgado nesta segunda-feira (24).

O relatório da União Internacional das Organizações de Pesquisa Florestal (Lufro, na sigla em inglês) diz que houve progresso limitado na proteção de florestas nas últimas décadas. Dados da ONU mostram que, entre 2000 e 2009, 13 milhões de hectares – tamanho aproximado da Grécia – foram desmatados por ano.

“Nossas conclusões sugerem que ignorar o impacto das florestas sobre setores como agricultura e energia irão condenar quaisquer novos esforços internacionais cuja meta seja conservar as florestas e desacelerar a mudança climática”, disse Jeremy Rayner, professor da Universidade de Saskatchewan, que presidiu o painel da Lufro.

O desmatamento responde por cerca de 10 % de todas as emissões de gases do efeito estufa por atividades humanas. As árvores absorvem carbono ao crescerem, mas liberam gases ao serem queimadas ou apodrecerem. O estudo da Lufro diz que o maior problema é que o desmatamento, seja na Amazônia ou no Congo, costuma ser causado por pressões econômicas muito distantes.

A Lufro cobrou políticas de “complexidade abrangente”, como a educação dos consumidores e auxílio a povos indígenas, em vez de usar somente um mecanismo de “tamanho único”, como o armazenamento de carbono. O texto elogia medidas como as emendas na Lei Lacey, nos Estados Unidos, que proíbem a importação de madeira extraída irregularmente, e as novas regras brasileiras para a preservação da Amazônia.

O relatório da Lufro será lançado oficialmente nesta semana em evento da ONU que marca o início do Ano Internacional das Florestas. No ano passado, na Conferência do Clima em Cancún, no México, quase 200 países decidiram ampliar seus esforços de proteção florestal, por meio da elaboração de preços para o carbono armazenado em árvores, entre outras medidas.

Os autores do estudo da Lufro disseram que o plano da ONU, conhecido como Redd+, é promissor. “Nossa preocupação é que não seja suficiente”, disse Benjamin Cashore, da Universidade Yale, um dos autores do trabalho. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 20h23

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Britânico vai à prisão por colocar gato no micro-ondas

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Britânico coloca gato no micro-ondas

Pessoal, isso é ridículo, como um homen pode colocar o pobre do gato no micro-ondas? Instinto ruim, veja a matéria abaixo:

Um britânico filmado por celular colocando o gato de seu sobrinho em um forno micro-ondas, uma secadora de roupas e um freezer foi condenado a 126 dias de prisão.

Colin Sherlock, 44, de Newton Abbot, na região inglesa de Devon, admitiu ter causado sofrimento desnecessário a um animal.

A sentença poderia ter sido maior se o acusado não tivesse admitido o crime. A corte o proibiu também de possuir um animal por dez anos.

Ele foi preso após Sherlock e dois menores de idade terem enviado o vídeo para conhecidos. Uma das pessoas que recebeu as imagens ficou chocada e entrou em contato com a polícia.

Detergente – O incidente aconteceu em maio. Sherlock agarrou o gato preto e branco e o colocou no micro-ondas por oito segundos.

Na sequência, ele o coloca em uma secadora que gira por sete segundos. O gato é então colocado em um congelador por outros 20 segundos.

Quando o freezer é aberto, o animal não consegue se mover rapidamente e é jogado por Sherlock em uma tigela com água e detergente.

O promotor do caso, John Wyatt, disse que, após o ocorrido, o gato tornou-se ‘extremamente nervoso e sofreu um sério trauma psicológico’.

O advogado de Sherlock disse que este alega que bebeu antes do incidente e estaria ‘envergonhado’ do que fez.

O gato ainda encontra-se recebendo cuidados antes de ser reintegrado a uma família. (Fonte: G1)

* Postado por: Gisele às 16h52

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Mundo árabe enfrenta agravamento de crise da água, diz relatório

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O mundo árabe, uma das regiões mais secas do planeta, enfrentará uma grave escassez de água já a partir de 2015, prevê um relatório divulgado na quinta-feira (4).

A partir de então, os árabes terão de sobreviver com menos de 500 metros cúbicos de água por ano, abaixo de um décimo da média mundial de mais de 6 mil metros cúbicos per capita, informou o relatório produzido pelo Fórum Árabe para Ambiente e Desenvolvimento (Afed, na sigla em inglês).

“O mundo árabe já vive uma crise de água que apenas vai se agravar com a inação,” diz o relatório, acrescentando que o abastecimento per capita caiu para apenas um quarto dos níveis de 1960.

O rápido crescimento da população pressionará ainda mais os recursos de água. De acordo com projeções da ONU (Organização das Nações Unidas), os árabes, que agora somam quase 360 milhões, vão se multiplicar para quase 600 milhões até 2050.

A mudança climática agravará a questão. Até o fim deste século, os países árabes poderão vivenciar uma queda de 25% nas chuvas e uma aumento de 25% nas taxas de evaporação, de acordo com modelos de mudança climática citados no relatório.

“Como resultado, a agricultura abastecida pela chuva ficará ameaçada, com a estimativa que as colheitas médias sofram um declínio de 20%”, diz o documento.

Treze países árabes estão entre as 19 nações com mais escassez de água do mundo. As pessoas de oito países árabes já têm de sobreviver com menos de 200 metros cúbicos por ano.

“Sem mudanças fundamentais nas políticas e nas práticas, a situação vai se agravar, com ramificações sociais, políticas e econômicas drásticas”, diz o relatório.

As condições variam pela região, mas dentro de apenas cinco anos o Iraque e o Sudão passarão pelo teste da escassez de água, definido como mais de mil metros cúbicos anuais per capita, assumindo que o abastecimento vindo da Turquia e da Etiópia continue nos níveis atuais.

A agricultura consome 85% do uso de água árabe, em comparação com a média mundial de 70%. A eficiência da irrigação é de apenas 30%, contra a média mundial de 45%. (Fonte: AmbienteBrasil.com)

* Postado por: Gisele às 16h46

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Ano de 2010 se iguala ao mais quente já registrado

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O ano de 2010, por enquanto, está empatado com 1998 como o mais quente já registrado, e o gelo do Ártico alcançou o seu terceiro menor nível, disseram cientistas dos Estados Unidos na quarta-feira (15).

A comparação entre 2010 e 1998 se refere aos oito primeiros meses do ano, com uma temperatura média global (incluindo superfícies terrestres e marítimas) de 14,7 ºC, ou 0,67 grau acima da média do século 20, segundo o Centro Nacional de Dados Climáticos dos EUA.

No hemisfério norte, este verão – junho a agosto – foi o segundo mais quente já registrado, atrás do de 1998, de acordo com o relatório.

Várias partes do mundo – especialmente leste da Europa, leste do Canadá e Extremo Oriente – tiveram mais calor que a média. A China teve seu agosto mais quente desde 1961, 1,1 ºC acima da média do período 1971-2000.

Por outro lado, Austrália, centro da Rússia e o sul da América do Sul tiveram mais frio do que o habitual.

Morsas em fuga - No Ártico, a cobertura de gelo sobre o mar atingiu sua menor extensão do ano em 10 de setembro, segundo o Centro Nacional para os Dados da Neve e do Gelo dos EUA.

Desde que a medição começou, em 1979, houve menos gelo apenas em 2008 e 2007. Em 2009, a camada de gelo se recuperou e foi maior do que em 2010. Neste ano, ela chegou a medir 4,76 milhões de km 2, cerca de 630 mil km2 a mais do que no mínimo recorde de 2007.

Mesmo assim, foi apenas a terceira vez que a área gelada ficou aquém de 5 milhões km2.

Por causa desse encolhimento do gelo, milhares de morsas do Pacífico apareceram em terra, em vez de ficarem sobre os blocos de gelo, segundo a entidade ambientalista WWF (Fundo Mundial para a Natureza), citando observações do USGS (Instituto Geológico dos Estados Unidos).

Estima-se que 10 mil a 20 mil morsas tenham dado nas praias do Alasca nos últimos dias, segundo o biólogo Geoff York, do WWF.

Em condições normais, as morsas se alimentam em águas rasas nas plataformas continentais, usando o gelo marinho como “plataforma de pesca.” Recentemente, o gelo recuou para além das plataformas continentais, em águas profundas onde as morsas não conseguem pescar.

No longo trajeto até a costa, às vezes de mais de 600 km, as morsas enfrentam riscos como a predação por ursos polares ou esmagamento por outros animais do bando – as morsas se assustam muito facilmente e saem em disparada, como alces ou gado, segundo York.

Por outro lado, a presença de tantas morsas em terra pode ajudar os cientistas a estimarem com precisão a sua população, segundo Chad Jay, do Centro de Ciência do Alasca do Departamento de Pesquisas Geológicas.

A atual estimativa, baseada em um levantamento aéreo em 2006, é de 130 mil indivíduos, mas Jay estima que o número deva ser maior, porque a pesquisa não abrangeu certas áreas. (Fonte: AmbienteBrasil.com)

* Postado por: Gisele às 16h15

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Rio é uma das metrópoles com menor emissão de gases do efeito estufa, diz prefeitura

A Prefeitura do Rio lançou nesta sexta-feira (13) a segunda edição do Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa, que aponta a cidade como uma das metrópoles do mundo que menos produzem esses gases.

O estudo pesquisou a emissão de três gases – dióxido de carbono, metano e óxido nitroso – ao longo de 2005. Esses são os principais responsáveis pelo efeito estufa. No Rio foram emitidas 2,17 toneladas de carbono por habitante naquele ano. No Brasil, o índice foi de 9,4 toneladas por habitante.

Segundo Nelson Moreira Franco, gerente de mudanças climáticas da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em Pequim o índice é de 6,9 toneladas por habitante ao ano. Nova York (7,1 t), Xangai (8,1 t), Toronto (8,2 t) e Washington (19,7 t) são outras metrópoles com índices bem maiores do que o do Rio. “De todos os índices que conheço, o do Rio é o menor”, afirma o pesquisador, que atribui a situação à quantidade de vegetação existente no Rio. O carbono é absorvido pelos vegetais.

No Brasil, Franco afirma conhecer índices de algumas cidades. No Estado de Minas Gerais, por exemplo, o índice é de 6,38 toneladas anuais por habitante, diz. Ele não tem dados de São Paulo. No Rio, o índice de todo o Estado é de 4,5 toneladas por habitante ao ano.

Segundo a pesquisa, ao longo de 2005 o Rio emitiu 13,26 milhões de toneladas desses gases. O principal responsável pelas emissões foi o setor rodoviário (41%), seguida pelos resíduos sólidos (lixo), com 33%, e a indústria (11%).

Baseada em projeções, a Secretaria do Ambiente afirma que em 1998 foram emitidas 13,5 milhões de toneladas de carbono – o volume sofreu uma pequena queda nos últimos sete anos, portanto, segundo o inventário.

Os dados da pesquisa servem para orientar políticas públicas ambientais – a Prefeitura do Rio prevê plantar 2 milhões de árvores até 2012 e construir 150 km de ciclovias até 2013. (Fonte: AmbienteBrasil.com)

* Postado por: Gisele às 19h54

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Impasse em negociações climáticas da ONU em Bonn frustra delegados

As negociações climáticas da ONU retrocederam ao invés de avançarem na direção de um novo tratado global sobre o tema, já que os países envolvidos relutam em aceitar reduções expressivas nas suas emissões de gases do efeito estufa, e continuam acrescentando propostas ao documento-base.

Ao final de uma nova reunião técnica, nesta sexta-feira, em Bonn (Alemanha), era palpável a frustração dos delegados, que veem como cada vez mais improvável a conclusão do processo na conferência climática do fim do ano em Cancún (México). Até lá, só haverá mais uma reunião de trabalho, em outubro, na China.

“Vim a Bonn esperançoso de um acordo em Cancún, mas a esta altura estou muito preocupado, pois vi alguns países recuando do progresso feito em Copenhague”, disse Jonathan Pershing, sub-representante dos EUA na negociação.

O texto-base da negociação, que chegou a ter 200 páginas antes de ser reduzido a 17, voltou a crescer para 34 páginas no último dia da reunião de Bonn. Alguns países recuaram de consensos alcançados na conferência do ano passado em Copenhague, e algumas propostas foram acrescentadas ou reinseridas.

Uma das opções que voltaram ao texto foi a de que até 2050 o mundo se comprometa com uma redução de pelo menos 95 por cento das suas emissões de gases do efeito estufa, em relação aos níveis de 1990.

“O texto é maior do que precisava ser para chegarmos a um acordo em Cancún,” disse Pershing.

“Ainda estamos tendo de captar os novos acréscimos ao texto”, disse Dessima Williams, que preside a Aliança dos Pequenos Estados Insulares.

Ela disse que nas discussões a portas fechadas não viu esclarecimentos dos países ricos a respeito das suas promessas de reduções de emissões.

“Não podemos antever nenhuma grande mudança em relação ao que tínhamos em Copenhague, que era uma redução de 12 a 18 por cento, enquanto o IPCC (comissão científica da ONU) pedia 25 por cento. Estamos longe disso nas cifras agregadas”, afirmou.

Já Pershing disse que a discussão esteve excessivamente voltada para colocar o ônus das reduções apenas sobre os países ricos, e não sobre todas as nações.

Divergências entre países ricos e pobres já haviam sido o principal fator responsável para que a conferência de Copenhague terminasse sem a adoção de um tratado juridicamente vinculante. (Fonte: G1)

* Postado por: Gisele às 15h36

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EXCLUSIVO: Publicação reúne informações de espécies da Mata Atlântica

A Universidade Federal de Minas Gerais, em parceria com o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro e com apoio da Conservação Internacional, lançou no último final de semana o livro  “Plantas da Floresta Atlântica“.

A obra, de autoria dos pesquisadores João Renato Stehmann, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, e Rafaela Campostrini Forzza, do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico, reúne informações sobre as espécies vegetais da Floresta Atlântica. “Esta obra representa uma ferramenta multiplicadora para o estudo das plantas localizadas na Floresta Atlântica, fornecendo informações sobre diversidade, endemismo e conservação dos táxons”, afirmou o presidente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Liszt Vieira.

As pesquisas de cerca de 200 taxonomistas foram registradas. A publicação é dividida em duas partes, uma que trata da diversidade taxonômica da floresta, como a riqueza, a ocorrência e a conservação; e outra, com uma listagem de mais de 15 mil espécies, com dados sobre o endemismo, as características e o habitat.

“Para as espécies são fornecidos dados sobre a formação vegetal onde cada uma ocorre, indicação de endemismo e a categoria de ameaça nas diferentes listas vermelhas publicadas”, disse Vieira, ressaltando que a listagem atrai a atenção de vários pesquisadores, principalmente por apresentar famílias, gêneros e espécies.
*Com informações da AMBR.

* Postado por: Gisele às 16h09

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EXCLUSIVO: Estudo relaciona poluição veicular a aumento de casos de internação por doenças respiratórias
Poluição faz mal à saúde. O crescimento das frotas de veículos nas grandes cidades traz à tona uma preocupação que vem sendo discutida por diversos setores da sociedade há anos. Estudos realizados na Faculdade de Saúde Pública, FSP, da Universidade de São Paulo, USP, indicam que há, sim, uma relação entre a emissão de poluentes pelos veículos, com o aumento dos riscos do desenvolvimento de doenças respiratórias.

A bióloga Giovana Iara Ferreira Moser de Toledo, com a orientação da professora Adelaide Cássia Nardocci, do Departamento de Saúde Ambiental da FSP, analisou a quantidade de poluentes em cada área da cidade de São Paulo.

As concentrações foram divididas em quatro níveis, sendo o menos poluído, com até 25% de poluição, chegando ao mais poluído, com mais de 75% de concentração de poluentes. Segundo informações da universidade, os 2.499 setores censitários da cidade de São Paulo, demarcados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, foram estudados e distribuídos entre essas categorias.

“Com um estudo mais detalhado você pode definir áreas prioritárias para intervenção, levando em conta não só a fluidez do trânsito, mas também a saúde da população do entorno”, destacou a bióloga, ressaltando que outros estudos analisavam a poluição de forma mais abrangente.

As conclusões apontaram que as áreas mais poluídas, como a região central do centro expandido da cidade, apresentam mais riscos de jovens internados com doenças respiratórias.

Outras variáveis fizeram parte do estudo como os períodos de inverno e verão e as condições socioeconômicas dos jovens. Na região mais poluída, durante o inverno, as chances do desenvolvimento de doenças do aparelho respiratório chegam a 78%, e 45%, no verão. Nas localidades menos poluídas, a chance de internação é de 56% no inverno e 21% no verão.
*Com informações da AMBR.

* Postado por: Gisele às 19h37

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Clima matou grandes animais, diz estudo

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Um mistério ainda faz os paleontólogos coçarem a cabeça: por que a chamada megafauna, bichos gigantes como o superurso argentino, sumiram no fim da Era do Gelo? Uma análise preliminar põe a culpa no clima.

A equipe de Gisele Winck, da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), não estudou diretamente os carnívoros, mas sim os grandes herbívoros da época, como mastodontes, preguiças-gigantes e parentes enormes dos atuais tatus, que podiam ter o tamanho de um Fusca.

Eles cruzaram dados sobre a distribuição geográfica das espécies com simulações de computador que ajudam a prever o clima e o tipo de vegetação América do Sul afora durante o auge da Era do Gelo, há uns 15 mil anos. Depois, as mesmas simulações indicaram como ficou a vegetação quando o frio passou.

O veredicto: os bichões herbívoros tinham preferência por ambientes sem floresta e secos. Seu habitat teria encolhido quando a umidade e a floresta cresceram, até que sumiram, levando junto carnívoros que os comiam.

Um dado, porém, pode complicar essa explicação. Há indícios de que, na Amazônia, a megafauna vivia em ambientes de mata fechada.

Leonardo Avilla, paleontólogo da Unirio, aponta que ainda há relativamente poucos dados amazônicos sobre a questão. “E as datas de lá giram em torno de 45 mil anos, ou seja, são mais recentes que as que interessam. Precisamos de mais dados e de refinar as análises.” (Fonte: Folha.com)

* Postado por: Gisele às 14h11

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Países que integram o Basic discutem formas de conter aquecimento global

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O Rio de Janeiro sedia, nesta semana, a quarta reunião do Basic (grupo formado por Brasil, África do Sul, Índia e China) para discutir assuntos de interesse comum sobre as mudanças climáticas. Por sugestão da Índia, o tema de debate será a equidade e a divisão global do espaço de carbono.

A rodada de discussões começa com os peritos e negociadores nos dias 23 e 24 de julho, e é seguida por reunião de ministros nos dias 25 e 26. O encontro acontece no Solar da Imperatriz, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Nos dias 27 e 28, os ministros participantes visitam a Floresta Nacional do Tapajós, localizada na cidade amazônica de Santarém (PA).

Durante a reunião serão discutidos os possíveis critérios para estabelecer quanto cada país ainda poderá emitir. O Brasil reconhece que 2º C é o máximo que pode haver de aumento da temperatura média do planeta em relação ao período pré-industrial. Isso significa que esse limite não poderia ser ultrapassado. No entanto, a concentração de gases na atmosfera tem favorecido o aquecimento.

“Para que o aumento da temperatura não ultrapasse os 2º C, a atmosfera não pode receber mais do que certa quantidade desses gases, como se fosse uma piscina que, ultrapassado o limite, transborda. O volume da piscina cheia seria o que chamamos de ‘espaço de carbono’. Dependendo do aumento de temperatura admitido, essa piscina é mais ou menos funda. Quando se fala que 2º C é o máximo aceitável, se define um volume na atmosfera, chamado espaço ou orçamento de carbono. Esse espaço, sendo finito, tem de ser repartido”, explica Branca Americano, secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, do Ministério do Meio Ambiente.

Branca explica que, no momento, tanto na Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima quanto no Protocolo de Kyoto, os países desenvolvidos têm de reduzir suas emissões, mas não existe nada em relação aos países em desenvolvimento, o que significa que eles estão liberados para emitir. “O argumento dos países desenvolvidos é que mesmo que eles zerem suas emissões, essa piscina vai transbordar, pois os países em desenvolvimento, como a China, Índia e Brasil estão crescendo de forma significativa, mas sem restrições às suas emissões. Por isso, eles querem um compromisso mais restritivo para os países em desenvolvimento”, esclarece.

Já os países em desenvolvimento argumentam que o problema foi criado pelos países desenvolvidos e, portanto, cabe a eles promoverem essas reduções, tanto domesticamente quanto apoiando ações nos países em desenvolvimento.

Equidade - A discussão sobre equidade vai abordar os vários critérios de como e quanto cada país poderá emitir. A Índia, por exemplo, tem uma proposta baseada nas emissões per capita e gostaria que fosse adotada pelo Basic nas negociações da Convenção do Clima. “Cada indiano, de fato, emite muito pouco, pois se dividirmos a quantidade total de emissões da Índia pela sua população, a emissão per capita é baixa, pois eles são muitos e consomem pouco, assim como na China, que também tem uma população monumental”, explica a secretária Branca.

As emissões per capita do Brasil não são altas, pois a matriz energética brasileira tem alto percentual de energia renovável e a redução do desmatamento também contribui para reduzi-las. O País seria mais beneficiado, e o mundo como um todo, com regras que levassem em conta mais do que um critério.

Os japoneses preferem critérios que levem em consideração a intensidade de emissões do PIB, já que são muito eficientes. A África do Sul, por sua vez, propõe um modelo que inclui outros critérios, como nível de desenvolvimento, contribuições históricas, entre outros.

O Brasil elaborou a proposta da responsabilidade histórica que parte do princípio do “poluidor pagador”. Nela, os países que emitiram durante anos e provocaram a situação atual deveriam ser responsabilizados e sujeitos a reduzir suas emissões, sem exigir que os países que começaram a se desenvolver agora tenham de limitar suas emissões. “Provavelmente, a solução será uma composição desses e outros critérios. Existem várias propostas com combinações desses critérios, excluindo os países que estejam abaixo de um determinado patamar de pobreza”, comenta Branca.

Na reunião, os ministros ainda poderão conversar sobre os vários temas das negociações, dentre os quais as impressões em relação ao texto recentemente produzido pela presidência do grupo de trabalho de longo prazo no âmbito da Convenção do Clima (Long Term Cooperative Action), que será discutido no próximo encontro, em Bonn, na Alemanha, de 2 a 6 de agosto. A próxima reunião do Basic será em outubro, na China. (Fonte: AMBR)

* Postado por: Gisele às 20h04

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Desmatamento cai 75% no Brasil

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Um estudo inédito do instituto britânico Chatham House comprovou que, na última década, houve uma queda significativa na exploração ilegal de madeira. Uma área de 17 milhões de hectares de floresta (equivalente ao Reino Unido) deixou de ser desmatada e pelo menos 1,2 bilhão de toneladas de gases estufa não foram lançadas. O Brasil registrou uma queda de 75%, intensificada nos últimos cinco anos com o combate às derrubadas e graças à modernização do sistema de transporte e comércio da madeira, seguindo as normas do Documento de Origem Florestal (DOF).

A redução da exploração ilegal teve reflexo direto no contrabando da matéria-prima. A importação de madeira ilegal pelos principais países consumidores caiu pelo menos 30%, segundo o relatório. Isso foi possível graças também a ações de governos, da sociedade civil e do setor privado. A combinação de políticas de combate ao desmatamento, como regras mais severas e exigências de certificação em mercados compradores, sustentam os resultados da pesquisa.

Foi analisada a cadeia produtiva da madeira ilegal em cinco países tropicais detentores de florestas (Brasil, Indonésia, Camarões, Malásia e Gana), nos consumidores (Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França e Holanda) e na China e no Vietnã, que processam a madeira e fornecem produtos.

Alerta para o Brasil – Os pesquisadores apontam falhas no cumprimento das sanções para as infrações ocorridas na Amazônia, onde a derrubada ilegal ainda representa de 35% a 70% de todo o desmatamento. “No Brasil, por exemplo, apenas 2,5% das multas são recolhidas”, acrescenta o texto.

O relatório prevê que o combate à extração irregular e ao contrabando pode ser dificultado, pela multiplicação dos desmatamentos em menor escala e pelo crescimento da venda da madeira ilegal nos mercados internos dos países produtores. (Fonte: Ambiente Brasil)

* Postado por: Gisele às 18h05

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Pesquisador avalia recuperação da biodiversidade no norte do Espírito Santo

Um estudo, realizado no município de Sooretama, ao norte do estado do Espírito Santo, avaliou a recuperação da diversidade de Collembola Hexapoda, para verificar o sucesso de plantios de restauração florestal da Mata Atlântica de Tabuleiros.

Com o tema “Avaliação da recuperação da biodiversidade de Collembola (Hexapoda) em plantios de restauração florestal no norte do Espírito Santo, Brasil”, o aluno do Programa de Pós-graduação em Ecologia do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Gabriel Costa Queiroz, deendeu sua dissertação na última sexta-feira, 16.

Foram avaliados três plantios de restauração florestal, com dez anos de implantação; uma área de pastagem degradada, para representar a situação anterior à instalação dos plantios; e a Reserva Biológica de Sooretama, sítio referência da região. Durante o ano de 2008 foram realizadas três coletas, para verificar a variação sazonal.

As conclusões apontaram que houve aumento da riqueza e da abundância da fauna de Collembola nos sítios de plantios em relação à área de pastagem. Nestes locais, verificou-se, ainda, uma composição diferente.
*Com informações do Ambiente Brasil.

* Postado por: Gisele às 16h09

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Pesquisas avaliam a biorremediação e fitorremediação dos solos

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Estudos estão aliando a biotecnologia e a preservação do meio ambiente. Na agricultura, a contaminação por elementos tóxicos pode ameaçar o ambiente e prejudicar a saúde.

Uma tendência que já vem sendo aplicada em alguns países é a utilização de microorganismos e plantas especializadas na limpeza desses solos contaminados.

“É essencial investigar e entender como esses indivíduos funcionam e quais caminhos metabólicos estão envolvidos no processo. Entretanto, estratégias para produzir plantas geneticamente alteradas para remoção, destruição ou sequestro de substâncias tóxicas do ambiente e suas implicações devem ser cuidadosamente investigadas”, afirmou o professor do departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura “Luiz Queiroz”, ESALQ, da Universidade de São Paulo, USP, e coordenador do laboratório de Genética e Bioquímica de Plantas, Ricardo Antunes de Azevedo.

No laboratório, duas linhas de pesquisa avaliam a técnica, observando a ação de pesticidas e metais pesados. Segundo a  bióloga Paula Fabiane Martins, nas últimas décadas verificou-se a elevação da poluição ambiental causada por esses contaminantes.

A princípio, os microorganismos são submetidos à contaminação e depois são feitas avaliações da estrutura bioquímica e fisiológica. “Os estudos mostram que existe uma resposta diferencial dos microrganismos na presença de herbicida, o que pode estar relacionada a uma possível adaptação ao contaminante”, explicou a pesquisadora. Atualmente ela desenvolve a análise molecular de expressão gênica dos microorganismos expostos ao pesticida metolachlor, utilizado em culturas de soja, milho e cana.
 
*Com informações do AMBR.

* Postado por: Gisele às 15h38

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Brasil responde por 74% de todas áreas destinadas à conservação no mundo

No domingo (18) completa 10 anos o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), o conjunto das unidades de conservação nas três esferas de governo – federal, estadual e municipal – considerado uma conquista da legislação ambiental brasileira. Desde 2000, após a instituição do SNUC pela Lei nº 9.985, ocorreu um grande salto quantitativo de áreas protegidas no Brasil, com o acréscimo de 378 unidades em níveis federal, estadual e municipal, o que significa um incremento de aproximadamente 62% no número de UC e uma expansão de área de 105%, com a destinação de mais 78,5 milhões de hectares para a conservação da natureza. Em uma comparação mundial, o Brasil foi o responsável pela criação de 74% de todas as áreas destinadas à conservação no mundo entre 2003 e 2008.

Com 310 unidades federais, 620 estaduais e 59 municipais e ocupando 17,4% do território nacional, segundo dados do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação, o SNUC vive hoje um momento crucial, em que busca dirimir o falso dilema entre conservação e desenvolvimento, propondo um olhar mais abrangente sobre os possíveis usos do solo, conforme estudo do Ministério do Meio Ambiente realizado em parceria com o Ipea e publicado no final de 2009 (3º Boletim Regional Urbano Ambiental).

Segundo o diretor de Áreas Protegidas do MMA, Fábio Araújo, “está ultrapassado o entendimento de que as áreas protegidas são necessariamente espaços que devem permanecer intocados. As 12 categorias do SNUC permitem uma grande variedade de possibilidades de uso do solo e de recursos naturais e potencializam atividades que contribuem para a geração de renda, emprego, aumento da qualidade de vida e o desenvolvimento do país, sem prejuízo à conservação ambiental”. Mesmo as unidades mais restritivas, como as reservas biológicas, permitem atividades de pesquisa que contribuem para o maior conhecimento da biodiversidade brasileira e seus usos. “As áreas protegidas devem ser entendidas como uma maneira especial de ordenamento territorial, e não como um entrave ao desenvolvimento econômico e socioambiental”, complementou.

Um novo olhar -  De acordo com o estudo publicado pelo Ipea, para facilitar o entendimento sobre qual a contribuição das UC para o desenvolvimento do país, é preciso agrupá-las de acordo com a atividade econômica permitida em cada área. De acordo com esse enfoque, 11,67% da área protegida por UC no país apresentam grandes restrições do ponto de vista de uso econômico imediato. E nos outros 88,33%, que correspondem a 15,07% do território nacional, são possíveis usos econômicos que podem gerar efeitos positivos imediatos à economia regional, como atividades de turismo, produção florestal, extrativismo, e até mesmo agricultura, agropecuária e atividades industriais de baixo impacto ambiental.

Segundo o MMA, estudos têm constatado a importância das UCs para o desenvolvimento regional, principalmente na Amazônia. A experiência de manejo de pirarucus na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá no período de 1999 a 2005 evidencia que as técnicas de manejo para substituir a pesca predatória multiplicaram por oito a renda bruta dos pescadores na época de pesca desse peixe, que vai de setembro a novembro, além de garantir incremento no estoque de peixe disponível.

Outro exemplo é a organização da produção das famílias da Reserva Extrativista Chico Mendes, com a obtenção de uma certificação ambiental que possibilitou a entrada dos produtos extrativistas, em particular a castanha do Brasil, no mercado europeu. Estudos acadêmicos apontam que a renda per capita dos extrativistas que moram na Resex aumentou 30% após a certificação da castanha.

“Esse novo olhar fortalece o SNUC e permite observar de forma mais clara o papel das UCs no desenvolvimento sustentável e na redução da pobreza”, afirmou o diretor de Áreas Protegidas. Mas, apesar dos bons exemplos, iniciativas como essas ainda são pontuais. Para que as experiências se ampliem, é necessário implementar e consolidar efetivamente o SNUC, que atualmente acontece de maneira heterogênea, variando de unidades bem estruturadas, como o Parque Nacional de Iguaçu, as unidades que não dispõem da infraestrutura necessária para seu funcionamento. “As UCs, afinal, são o patrimônio natural do país. E como qualquer patrimônio exige investimentos para que possam gerar dividendos”, disse Fábio Araújo.

Investimentos -  De acordo com estimativas do MMA publicadas em 2009, para que o SNUC funcione plenamente seriam necessários, anualmente, R$ 550 milhões para custeio do sistema federal e de R$ 360 milhões para os sistemas estaduais, além de aproximadamente R$ 600 milhões em investimentos em infraestrutura no sistema federal e de R$ 1,20 bilhão nos sistemas estaduais. Entretanto, em 2008, o sistema de gestão das UCs federais recebeu somente R$ 316 milhões do orçamento federal. Entre 2001 a 2008, o orçamento destinado às UCs federais aumentou 16,35%, enquanto a área somada das UCs federais teve uma expansão de 78,46%. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 16h46

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Geleira chinesa perde 6 metros por ano, diz jornal

A geleira Touming Mengke, situada na província de Gansu, no noroeste na China, está derretendo por efeitos das mudanças climáticas, informou nesta sexta-feira (16) o jornal “China Daily”.

A Touming Mengke é a maior geleira da cordilheira de Qilian, em Sunan. Mas, devido ao aquecimento provocado pelos gases que agravam o efeito estufa, ela está sofrendo uma redução de seis metros a cada ano.

Nas últimas cinco décadas, a Touming Mengke, de 10,1 quilômetros de comprimento e que cobre uma superfície de 21,9 quilômetros quadrados, perdeu 300 metros.

Sua altura máxima é de 5.483 metros sobre o nível do mar e a mínima, de 4.260 metros, e se encontra situada no vale Laohu, na face norte da montanha Daxue, no distrito de Subei.

Da mesma forma que a Touming Mengke, outras geleiras da China estão sofrendo também as consequências do aquecimento global.

Fonte: AmbienteBrasil.com

* Postado por: Gisele às 16h39

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